terça-feira, 2 de setembro de 2008

I'm unbooked ! (credits: daddy)

Oi pessoal (nunca vou arrumar um coletivo de Aiko, Gabriel, Carol, Bruna e Marcela).
O que quis dizer com unbooked? Terminei o livro! Levando em conta o fato de que A rainha da fofoca tem quase cem páginas a mais que O garoto da casa ao lado, e eu li na mesma quantidade de dias, posso dizer que bati meu record. Não posso? Eu gostei do livro, mas não amei tanto quanto o anterior. Quer dizer, a penúltima página do livro foi tudo o que eu não precisava ler, deu até nojo. Nada que interfira na minha paixão pela Meg, mas ela pegou pesado, eca. Deus que me perdoe por ter lido, sério mesmo.
Que tal uma contagem regressiva até o dia 14? O que vai acontecer nesse dia? Eu, minha tia e minha prima, iremos à feira do estudante, em São Paulo e, à tarde, encontraremos meus pais e meu irmão na expo-cristã. Que tipo de problema tem uma pessoa que espera ansiosa por isso? E que faz contagem regressiva querendo dizer: EU ESTOU MEGA-ANSIOSA PRA FEIRA DO ESTUDANDE, E VOCÊ?
O mesmo tipo de problema que tem a pessoa que sobe do prédio da avó até a wizard com uma bolsa maior que ela (e que todo mundo, inclusive ela, lê sepultura, quando tá escrito strutura), segurando a calça para não cair, segurando um livro Gossip Girl recém devolvido pela prima e uma revista Época, com a letra 'O' recortada num círculo perfeito do ano de 1999. No caso, eu. O que as pessoas devem pensar? Meu Deus, acho que dou medo.
Nessa revista Época, com a letra 'O' recortada num círculo perfeito do ano de 1999 pude fazer duas comparações com os dias atuais. A primeira é de Hilary Clinton. Na revista há uma reportagem sobre a hipótese de ela se candidatar como senadora, por Nova York. O que, na época (período, não nome da revista), ainda era incerto. Grande progresso a nossa quase-futura presidente dos Estados Unidos deu em nove anos, não? De possível candidata a senadora de Nova York a candidata a presidência dos Estados Unidos. Estão vendo? É por isso que eu a amo. Sou Democrata forever, beibê.
Depois da reportagem, ela acabou sim, se candidatando e, assim, sendo eleita. Mas, apenas em 3 de janeiro de 2001.
Torço muito para que Obama seja eleito, ainda falando em política americana (que é a única do mundo que, além de gostar, eu sei falar. A não ser pelo fato de não saber como funciona), porque tenho certeza que ele dará um futuro completamente diferente para todo o mundo, não apenas para os EUA. Quero dizer, quando uma pessoa assume a presidência dos ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA, ela está assumindo o comando do mundo, porque, convenhamos, os Estados Unidos são os donos do mundo. É a maior potência e possui a maior economia do mundo. E, por mais que você (não me refiro diretamente a nenhum de vocês, Aiko, Bruna, Marcela, Gabriel e Carol, porque não acho que vocês tenham essa opinião, mas para qualquer uma outra pessoa que vem aqui) seja um daqueles anti-Estados Unidos, que não bebe Coca-Cola e não vai ao McDonald's, é assim. Eles são os donos do mundo. Para concluir, digo que a responsabilidade de um cara que tem todas as chances de ser presidente da maior potência mundial, o país mais rico do mundo (e com maior número de evangélicos. Coincidência ou fato?) é absurda. Escrevi sobre isso uma vez, num texto que a Regina me garantiu que ia para o concurso, mas acabou (por acaso, claro. Claro que estou sendo irônica) não indo, que era uma carta a um possível candidato à presidência dos Estados Unidos. Disse mais ou menos a mesma coisa que disse aqui, mas acrescentei: NÃO GOSTARIA DE ESTAR NO SEU LUGAR. Porque não gostaria mesmo...
Mas, voltando ao assunto, a outra comparação que queria fazer chega a ser ridícula de tão sem sentido que fica, depois dessa minha tese sobre política americana. Quero dizer, tem uma pequena nota de quando Sérgio Groisman saiu do SBT e começou com o Altas-Horas na Globo. Naquela época eu nem pensava que um dia ficaria acordada até tarde, aos sábados, e viria o programa...
Em mais ou menos uma hora e meia começa a reunião dos estudantes que fizeram o simulado do Enem. Lembram? Naquele dia em que eu quase morri de felicidade e angústia. Eu não posso comparecer, que máximo... E o que é pior: talvez minha angústia seja maior ainda que naquele dia, porque hoje, eu e Ju nos demos conta que apenas nós duas recebemos a correspondência avisando sobre essa reunião. E chegamos a uma conclusão... Ou fomos muito bem... Ou fomos muito mal. Ela vai me contar tudo depois... Ah, vai sim!
No dia em que eu for à feira do estudante, enquanto minha prima faz algum simulado (porque eu não preciso e não tenho idade) farei um teste vocacional. Apesar de parecer inútil porque não há dúvidas que, no resultado, aparecerá que a minha vocação é jornalismo forever. Além de participar de palestras e tudo mais... Ah, vai ser bom pra caramba. Quem sabe me motive para as próximas provas mensais, já que as bimestrais serão antes da feira. Credo, que tipo de pessoa eu sou?
God bless.
xoxo, m.

p.s.: o meu editorial teve uma repercursão muito pequena até agora, mas não quer dizer que eu esteja reclamando. A prima da Ju, a professora de inglês e a de português a-m-a-r-a-m. E eu estou me achando.

2 Comentários:

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